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5.5.09

Quando ruirá o muro de Silicon Valley?

Esta coisa da internet não passa ao fim e ao cabo de comunismo digital, em que uns pagam para manter outros entretidos, sustenta Simon Dumenco na AdAge:
"Facebook, YouTube and Twitter are actively choosing to redistribute the wealth. They're taking money from venture capitalists and deploying it so that millions of people far beyond Silicon Valley can get something for nothing. Entertainment, information, and self-marketing opportunities, mostly."
Conseguem imaginar que um dia acordam e descobrem que o YouTube, o Facebook, o Twitter e outras maravilhas do nosso quotidiano deixaram de existir?

Pois é, pode muito bem acontecer - se, como alguns prevêem, não conseguirem entretanto encontrar uma substancial fonte de receitas que recompense os colossais investimentos já realizados.

15.4.09

Ascensão e queda de uma pseudo boa ideia

Lembram-se? Acabou.

13.4.09

Mais publicidade, mais consumo?



O Sérgio Santos reproduziu hoje no Brief do Lombo uma opinião da CNNMoney:
"To get people spending again, and the economy moving, the government needs to provide help for businesses in America to advertise their products and services. (...) It's a mistake to think of advertising merely as a cost - it's an investment, and like all investments it can have a wide-reaching impact. Incentives for advertising need to be an important component of any plan to stimulate our economy."
Como o Sérgio escolheu para o seu post o título "Mais publicidade, mais consumo", presumo que ele concordará com o argumento.

Trata-se de uma crença muito difundida, porém falsa.

A publicidade ajuda certas marcas a crescerem à custa de outras, mas tem pouco poder para expandir uma categoria de produto, e nenhum para fazer crescer o consumo global.

Pelo menos, ainda não houve até hoje quem conseguisse demonstrá-lo de forma convincente - ou seja, com números.

7.4.09

Nova prova de que a publicidade funciona



Dizem que as vendas da cerâmica Bordalo Pinheiro cresceram em flecha desde que se soube que estava perto da falência.

Será que as pessoas têm pena do desaparecimento deste ícone de uma certa época da arte popular portuguesa e que, por isso, mobilizam-se para o preservar?

Talvez, mas não precisamos de presumir nenhum mecanismo psicológico especial para explicar o sucedido. A um nível muito elementar, fazer publicidade é como colocar um artigo numa montra: tudo o que é visto tem mais probabilidade de ser vendido, não porque as pessoas passem a gostar mais dele, mas apenas porque se recordam de que existe.

Durará este efeito de que agora beneficia a Bordalo Pinheiro? Se nada mais for feito, é de esperar que ele se esgote e que a empresa morra de esquecimento natural assim que deixe de se encontrar debaixo dos holofotes dos media.

13.2.09

In tough conditions, you need a guide you can trust

6.2.09

Cantando e dançando a caminho do cemitério

Vai uma aposta que esta droga será premiada em Cannes?

13.1.09

Esta campanha parece (e é) falsa como Judas



Recordando David Ogilvy: "The consumer is not a moron, she is your wife."