26.2.09

Até tu, Aníbal?

Recebi ontem um email do Aníbal! Sabem quem é? Pois, esse mesmo. E eu que nem sabia que fazíamos parte da mesma rede social.

Não vinha dirigido a mim pessoalmente, mas aos "Caros Membros da Rede Startracker", e o tom em que promovia o "prémio Empreendedorismo inovador na Diáspora" era bastante oficial. Mas no fim do email vinha a seguinte mensagem, de uma informalidade desconcertante quando se pensa na personagem:

Can you help Aníbal?
Click the link below to post your reply, or contact Aníbal directly sending him a private message

Ainda não lhe enviei nenhuma mensagem privada. Não acho que o venha a fazer. Fiquei apenas a pensar que, de facto, o sr. Obama já começou a mudar o mundo.

Como medir a popularidade de uma marca

Talvez uma das maneiras seja verificar se há um site exclusivamente dedicado a dizer mal dela. No caso do Ikea, .

19.2.09

Low cost season

Se até a Starbucks lançou há dias um café baratinho (para os padrões da marca), no que me parece ser o mais ruidoso tiro no pé que o pânico poderia levar alguém a disparar, por que não uma agência de meios low cost? É uma boa altura para ideias deste tipo. Alguém tem mais uma?

17.2.09

Vá lá conferir

Assim como o Sangue Suor e Ideias, o BrasilPortugal também é uma parceria luso-brasileira. Fernanda Lemos (a brasileira) e Ricardo Mealha criaram um blog transatlântico que vale uma visita.

"Aquela voz interior"

A melhor caracterização do Twitter que já encontrei (num post que vale a pena ler inteirinho):
"Sabe aquela voz interior? Aquela que faz comentários sérios sobre coisas engraçadas, significativas, palhaças e profundas que você normalmente mantém para si mesmo e ninguém chega a conhecê-la?

"O Twitter é o novo lar dessa voz. É o local que essa voz frequenta. Porque essa voz precisa ter voz. Quero dizer, ela precisa de um bar."
Perguntarão vocês o que é isto pode ter a ver com comunicação de marketing? E eu sei?

(Descoberto pelo Paulo Querido.)

13.2.09

Duas ou três coisas sobre o Marketing Tribal

In tough conditions, you need a guide you can trust

10.2.09

Seth Godin: "Why you need a tribe"



Acho que ele está errado nalgumas coisas, mas isso agora é secundário.

6.2.09

Cantando e dançando a caminho do cemitério

Vai uma aposta que esta droga será premiada em Cannes?

Super Bowl goes mobile



Duas razões para ver o vídeo acima. Primeiro, é uma análise realmente interessante sobre como os spots veiculados no Super Bowl tiraram (ou não) partido das possibilidades do "mobile marketing". Interessante em especial para perceber como a aplicação de um critério de eficácia - entendida como capacidade de gerar uma resposta imediata - pode conduzir a uma avaliação muito diferente daquela que levasse em conta apenas a "criatividade".

A outra razão é que este é um excelente exemplo de como uma empresa pode usar o vídeo online para o seu proprio marketing, de forma muito simples e com um baixo custo de produção. A qualidade do conteúdo, aqui, é tudo.

4.2.09

Criatividade

A frase do dia é de Guy Kawasaki:
"I get my best ideas while driving; this has led me to believe that if I bought a better car I would be more creative because I would drive more, but I digress."

30.1.09

Timesculpture

Marcas no Twitter?

Lon Cohen acredita que há espaço para as marcas no Twitter e sugere como a Procter & Gamble ou a Coca-Cola poderiam utilizá-lo para construir a sua imagem de marca.

Percebo como as ideias que ele propõe podem ser utilizadas num blogue, mas não a sua relevância para o Twitter.

Parece-me que continuamos todos à escura nesta matéria. A verdade verdadinha é que, tal como o Facebook, este tipo de rede social parece incorporar uma espécie de blindagem natural contra a intromissão de mensagens publicitárias.

26.1.09

E que tal uma carreira nas vendas?

Nas suas famosas Confissões, David Ogilvy relata com orgulho a sua experiência de vendedor porta a porta, sem a qual, diz ele, não teria sido o publicitário que foi.

Não creio que em todos os casos seja indispensável ir tão longe, mas um mínimo de noções sobre o comportamento do consumidor ou do cliente, sobre o que o faz comprar e de que maneira a comunicação influencia essa compra deveria ser o básico para qualquer um nesta profissão. Na prática, não é assim.

A maior parte dos criativos, por exemplo, investe tempo a olhar para o trabalho de outros criativos, para o criticar ou admirar, no que fazem muito bem. Mas em geral não estudam com o mesmo afinco a relação entre esse trabalho e os seus resultados, sejam eles quais forem. Têm uma boa desculpa para isso: a informação sobre esses resultados, incluindo análises fiáveis sobre a verdadeira medida em que a comunicação os influenciou, não é fácil de obter nem tem a sua circulação favorecida no interior das agências.

Para muitos produtos de grande consumo, a publicidade não é o factor imediatamente responsável pela venda, ficando o momento de compra afastadíssimo da altura em que o consumidor é exposto à comunicação. O papel do anúncio é criar ou alimentar a marca, que será ou não “activada” no ponto de venda. A publicidade influencia a compra de uma forma bastante indirecta.

Em outros casos, o anúncio provoca, sim, a venda – e pode fazê-lo sem qualquer criação de marca. É o caso de muita da publicidade de resposta directa, uma ferramenta tratada um muitas agências “criativas” com um desdém que beira o horror.

Esta é muitas vezes uma razão de incompreensão e conflito entre um determinado tipo de anunciante – por exemplo as empresas de crédito ao consumo, ou certas cadeias de retalho – 100% focado na venda, e um determinado tipo de agência, 100% focado na criação da marca.

O pressuposto das agências é que a marca é necessária sempre. Ora, a experiência desses anunciantes montra que as vendas podem perfeitamente ocorrer sem marca, e às vezes com um retorno brutal sobre o investimento em publicidade. Nesse tipo de estratégia, que pode ou não ser consciente, a marca é até bem-vinda como um subproduto, eventualmente facilitando as vendas futuras, mas o anunciante pode não querer investir nem um cêntimo em troca desse retorno que não consegue ou não está disposto a medir. Está no seu direito.

As agências também estão no seu direito ao decidirem que o seu trabalho se restringe à comunicação de marca, deixando de lado toda a restante comunicação de marketing. O que não deveriam é pensar que as duas coisas se confundem, ou tentar impor ao anunciante uma estratégia de comunicação que ele não pediu ou de que não precisa.

Em muitos anos de trabalho em agências, nunca vi este assunto ser tratado com clareza e sem um certo fervor religioso que é o maior inimigo da objectividade. A minha explicação é que a maior parte dos meus colegas publicitários (e aqui durante muito tempo estive incluído) não segue o exemplo de Ogilvy, e não dedica muito tempo a pensar nos detalhes do processo de venda e nas muitas diferentes maneiras como a comunicação o pode influenciar.

22.1.09

Sagres vs. Super Bock

Já viram isto?

13.1.09

Esta campanha parece (e é) falsa como Judas



Recordando David Ogilvy: "The consumer is not a moron, she is your wife."

Não liguem

Com a mudança de template ficou desorganizada a lista de links permanentes, a qual acusa, designadamente, algumas omissões absurdas. Dentro em breve voltará tudo ao normal, prometo.

12.1.09

Marcas que piam

A lista está a crescer: vejam.

Uma linha de negócio a explorar



Uma coisa que os estrangeiros apreciam em Portugal é o país ser um bocadinho atrasado, mas não muito atrasado.

O Presidente de uma empresa italiana com operações em Portugal disse-me uma vez: "Adoro o vosso país, faz-me lembrar a Itália de quando eu era pequeno." É claro que não se pode dizer isto da China, nem tampouco da Polónia ou sequer da Espanha.

As coisas semi-paradas no tempo têm um encanto muito especial, mas nós, que gostaríamos de ser vistos como uma nação moderna e teconologicamente evoluída, coibimo-nos de explorar esta linha de negócio.

É claro que, se o AICEP recorresse a esta linha de comunicação para promover Portugal, os seus dirigentes seriam linchados na praça pública.

Nostalgia é uma coisa em que somos bons. E, aparentemente, tem procura.

9.1.09

Formigas e consumidores

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